quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Inverno

Frio, frio, frio. São Paulo não está fácil estes últimos dias.

Hoje ganhei este casaco de lã bem quente, tricotado pela minha mãe:
Para combinar, uma bolsa em tons de vinho, bege e marrom, muito linda (da Corello), e uma echarpe levinha, em degradê de rosa.


E olhe o que encontrei na net:
"Aprendi a adaptar as tendências para mim, e não preciso ter todas… Não é porque calça vermelha “tá na moda” é que eu tenho que ter. Tem certas coisas que não “combinam” com a gente, e isso só aprendemos depois que caímos na armadilha de usar todas as tendências, juntas e misturadas. Nada de CRTL+C , CRTL+V."
(Leia o original aqui)

Não é perfeito?? Exatamente o que eu acho e busco.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Color block (not)

Ao contrário do super difundido look color block*, tenho a tendência de combinar a bolsa com algum tom que esteja vestindo. Como hoje:

Uma base preta, casaco azul e bolsa idem [Corello].

* "O color blocking (ou block), nome dado à mistura de cores fortes, em peças lisas, em um mesmo look, é a grande aposta para a temporada quente. Estamos de volta aos anos 1980. Mas nada de colocar preto ou branco para "quebrar" o look colorido: a ideia é que as cores se choquem mesmo. Vale misturar verde com laranja, vermelho com rosa ou amarelo com azul, por exemplo."

Fala-se muito em vestir blocos de cores mas, no dia a dia, não se vê quase ninguém abraçando essa proposta.

Estive em um Shopping de SP hoje à tarde e reparei nisso: nenhum contraste de cores fortes, só os habituais 'bege+marrom', ou 'preto+vermelho'. Nenhum amarelo com vermelho, nem laranja com verde. Ao que parece, essa é mais uma das tendências desfiladas que não caíram no gosto das pessoas.

Engraçado que as revistas mostram dezenas de fotos de passarela e de atrizes usando essas combinações, porém as ruas não confirmam esse caminho.

Será que não sabemos usar, ou não temos ousadia suficiente?
Digo por mim: eu não ousaria sair de vermelho vivo + verde bandeira. É um dos itens que, na minha opinião, fica melhor nas bem moças. (Não que se perca muito com isso, convenhamos!)

Falando em streetwear: e as tão faladas franjas em roupas e bolsas, alguém já as viu sendo usadas?
Quem sabe no verão ambas as tendências se confirmem mas, enquanto estamos no friozinho, elas realmente não emplacaram.

domingo, 21 de agosto de 2011

Bolsas: grifes x genéricas

Hoje usei, para acompanhar um trench coat e jeans, uma bolsa carteiro Arezzo, de camurça alaranjada. E apesar da modernidade do modelo e da cor, senti que ela não agregou valor ao look. Achei-a molenga, sem personalidade.



Comparada com uma Proenza Schouler marrom, que uso muito - são modelos bem parecidos - fico mais segura do resultado final quando estou com a PS1.

A grife tem seu apelo, porém, por outro lado, não se pode ficar restrita à ela. Admiro as fashionistas que entram em um brechó e garimpam roupas e acessórios que depois realmente fazem a diferença em suas formas de vestir. Nesse quesito ainda estou com nota zero: sou incapaz de achar qualquer coisa desejável em um brechó. Na verdade, na maioria das vezes é um lugar que me afugenta.

E liquidações também não me atraem: penso imediatamente que é um modelo ultrapassado, que não está mais na moda, que não será uma boa aquisição. Talvez porque realmente já tenha feito péssimas compras em liquidações (mas, quem já não fez?).

Portanto, outro ponto a ser focado posteriormente é o equilíbrio high-low no consumo e na montagem de looks. Difícil isso...


O que eu vi hoje é que, provavelmente, algumas das minhas bolsas serão descartadas após este exercício, porque não "conversam" mais comigo. Vamos ver.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Day One


Como é que alguém, que é super reservada, resolve escrever um blog??
Apesar dessa contradição, a vontade de organizar ideias falou mais alto, e aqui estou eu.

Gosto de moda e estou sempre lendo sites e revistas, pesquisando tendências. O problema é que estou na fase dos entas (40-50 anos), o que faz com que tudo que fica lindo nas revistas geralmente fique horrível em mim.

Fora as dúvidas que surgem: 
“- Esta nova moda é adequada para minha idade?”   
“- Não ficarei meio ridícula usando esta peça?”

Queria um espaço para refletir sobre isso: moda versus idade. Ou seja, tratar aqui somente de assuntos de moda que interessem a esta faixa etária. Portanto, discussões e fotos sobre mini-saias e roupas de balada estão fora do jogo.  :)

Como é um blog totalmente amador, peço tolerância às sofríveis fotos de celular e vou adorar receber sua participação e opiniões!


Historinha
Desde os 20 anos fui apaixonada por sapatos e todos tinham saltos altíssimos. De anos para cá – como conforto é fundamental – o foco passou para as bolsas, que nos complementam em qualquer dia, corpo e altura.

Problema: uma verdadeira bolsamaníaca está sempre atrás de novidades e sempre querendo a última cor/tamanho/modelo que saiu nas lojas.
Porém, como bolsas não desgastam rapidamente, e duram muuuito, me inspirei na ideia de não-consumo do blog "Um ano sem Zara" e estou pensando em usar as que estão guardadas no armário sem comprar nenhuminha até que todas tenham visto a luz do sol novamente!

Por isso, a ideia inicial é: "Uma bolsa por dia". Vamos ver no que dá.

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Atualização de 2014
É, não deu certo essa ideia e vou explicar o por quê:

Quando iniciei o blog tinha uma bela coleção de bolsas, sendo que 90% delas de marcas nacionais existentes em qualquer shopping.
À medida que me interessava mais e mais por Moda, meu olhar passou a priorizar e procurar produtos exclusivos e de qualidade superior.
Com o passar dos anos fui trocando as peças nacionais por it-bags e, como fazer alarde de aquisições não estava no programa, o assunto bolsa meio que saiu da pauta.
Hoje o blog fala de moda, livros, consumo, enfim: de um universo mais amplo.
;)