segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Em outra cor

Post rápido, só uma curiosidade: olhem aí a bolsa branca da Corello, agora em vermelho.
A foto é da internet, não vi na loja física. Mas parece legal, também.
Lembrando, a branca é assim:
Viram que a alça mudou?

E eis que a minha está com um problema beeem esquisito: o fecho resolveu travar e ela não abre mais! Abriu na loja, super ok. Agora, que está em casa, resolveu que não quer ser usada, hahaaa.
Tudo bem, vai voltar para a loja para conserto... fazer o quê? [tristeza]

domingo, 30 de outubro de 2011

Bizarro

Dê uma boa olhada na foto abaixo. Dá para acreditar em toda essa alegria, principalmente considerando que a bolsa acaba de comer a mão dela???
Detalhe:
Desculpe, não resisti! Rsrss

Acho que nós, mulheres, perdemos a noção às vezes, não acham?
Em que mundo isso é bonito? Ai, ai...

A ideia da carteira presa à mão é prática, mas só fica legal na versão em que a mão aparece:
Do contrário, fica muito, muito bizarro! :)))

Consumo

Definitivamente não sou a pessoa certa para um blog de consumo consciente. Quantas premissas caindo por terra estes dias, não é mesmo? 

Pelo contrário: me descobri uma pessoa que recorta revistas e prepara wish list para ir às compras!



O problema, aqui, é que ultimamente estou acumulando muito mais coisas do que consigo usar. Neste exato momento, tenho 11 peças de roupa novas no armário, que nunca foram usadas!
Isso porque minha mente acredita que vou sair de casa e, por isso, vou precisar de roupas modernas e de inúmeras opções. Só que minha realidade diz que vou ficar em casa praticamente a semana toda, onde poderia até ficar de pijama que ninguém notaria!


Home Office
Por um lado, trabalhar em casa é maravilhoso. Por outro, lhe isola da sociedade, tira a convivência diária com outras pessoas e faz com que seu guarda-roupa se torne uma inutilidade. :P


Mas como conciliar esse desejo enorme de acompanhar a moda com as oportunidades tendendo a zero de efetivamente usar essa moda?
Por enquanto, estou comprando e ficando feliz só por olhar para as peças e saber que, se eu precisar sair, elas estarão me esperando.

Mas o gosto é agridoce. 

Gostaria de ter todas as bolsas desejo do mundo, aliadas a todos os visuais de passarela que eu já gostei. Gostaria, sim. Seria lindo ter possibilidades infinitas.
Só que olho meu guarda-roupa e fico lamentando o fato de ter tanta coisa sem uso, me dá uma sensação de não-aproveitamento, de desperdício.

Me acalma saber que nada do que tenho é perdido: as peças estão sempre bem guardadas, bem cuidadas, pouco usadas e o destino final será a doação para uma Instituição que faz bazares para arrecadar fundos. Ou seja, praticamente por Lavoisier...


Será que toda mulher é assim complicada??


Nostalgia
Bateu saudade de quando era adolescente e morava com minha irmã: usávamos tudo uma da outra. Era o mesmo que ter metade do guarda-roupa e o dobro de oportunidades. Fora o fato de ter sempre alguém para dar palpite e ajudar nas produções. E ir às festas, e voltar de madrugada com os ouvidos vibrando tanto que ficávamos surdas por algumas horas; e sentar nas camas, frente a frente, e só nos olharmos, compartilhando telepaticamente que a noite tinha sido maravilhosa.
Saudades, Mana...

sábado, 29 de outubro de 2011

???

Antigas certezas estão sendo varridas pela onda de dúvida que está me assolando há dias. Mesmo para quem acha que gosta de moda, como eu acho, a sucessão de desfiles, temporadas e tendências está em uma velocidade que não consigo - não quero - acompanhar.

Veja o Minas Trend Preview, sobre o inverno 2012. Sim, INVERNO 2012!
Mal me acostumei com a moda verão, a temperatura segue exigindo calças compridas e casaquetos, as lojas estão ainda desabastecidas dos itens desejo, e na internet rola a moda inverno.
Sinceramente, não consegui acompanhar. Não tive vontade de ver nenhum desfile, saber de nenhuma "tendência". Acho que, na real, não nasci para ser fashionista de verdade. Sabe, dessas que não perdem uma novidade, estão sempre antenadas com tudo que está acontecendo no mundo da moda.


O que me leva a outra linha de pensamento: como a gente se engana com as aparências de certas profissões!

Faz tempo que sinto muito mais pena das modelos do que admiro o glamour da profissão. São obrigadas a se vestir e despir de acordo com a vontade do cliente ou da Agência, são submetidas a alterações de cabelo diárias (um dia armado e frisado; no outro, totalmente liso, puxado e preso num rabo de cavalo apertado; outro ainda, montado com spray fixador para ficar em um formato bizarro...), têm que passar frio e calor mantendo a cara de paisagem, e sofrem horrores com os sapatos que usam nas passarelas que, além do mais, são todos número 38 - se seu pé for maior, ou menor, azar o seu.

Mas eu ainda pensava que a vida das editoras de moda e de fashionistas por profissão (Gloria Kalil, por exemplo), era invejável. Sempre por dentro de tudo que está acontecendo, vendo desfiles lindos, sabendo tudo de antemão e, por isso, também moldando e influenciando a moda de rua.

Agora me desiludi: não há sossego nessa saga! Você não vive o tempo do aqui e agora, vive sempre um ano à frente, sempre uma estação diferente da que está acontecendo no seu país.

Eu gosto de me manter informada, mas quero curtir o momento presente. Quero saber rapidamente o que vai ser moda para escolher se a novidade combina comigo ou não e, caso sim, quero usar esse conhecimento para incorporar o quanto antes a tendência, antes que ela se espalhe demais e se esgote. Mas dentro da estação que estou vivendo, não láááá na frente!

Eu fiquei desanimada esta semana, com a sensação que acompanhar moda era correr atrás de um trem que não se consegue alcançar, desiludida com isso. Mas agora vejo que sou apenas uma reles mortal, não faço parte do grupo que nasceu fashionista, e tenho que me conformar com isso.

Ou seja: aproveitar da moda o que eu gosto - que é o belo, a elegância - e deixar para pesquisar as tendências para o próximo inverno quando o dito cujo estiver chegando. :)

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Renda

Está aparecendo em todos os desfiles e a maioria das lojas também já está apostando nas peças de renda. No verão essa proposta deve "pegar", por ser uma roupa leve, arejada e romântica.

No entanto, acho essa tendência difícil de aplicar no dia a dia. É um visual marcante que pode facilmente ir para o lado vulgar, com aparência de artigo sem qualidade.
E para quem está nos entas, qualidade é fundamental, concordam?

São mais difíceis de achar, mas existem peças lindas que valorizam o look. Abaixo algumas amostras do que estou falando...

Uma peça rendada - realmente rendada, não com aquele tecido "rendinha" - é linda e pode ficar muito bem:

Já vestidos inteiriços com aparência de finos são bem mais difíceis de encontrar. Para inspirar, um Valentino azul:

E outra ideia que ficou interessante foi a união de duas rendas em um só look, como desfilou Louis Vuitton no modelo abaixo. Finalizando a camisa há mangas compridas de organza, que deixaram o modelo mais urbano e, na minha opinião, bem mas chic:

Para completar, um destaque para este tecido trabalhado, que remete à renda, sem ser. 
Olhem que coisa mais linda essa blusa!!!

Em tempo: esse visual é da cantora Lana del Rey, que tem uma voz e um estilo de cantar muito legais. Para ouvir duas músicas ótimas pela internet, clique neste link:

Tangerina II

E hoje usei novamente a bolsa tangerina, desta vez com uma base clássica: branco e azul. Realmente não é difícil colocar uma bolsa colorida se você mantém o restante low profile.

E desta vez acrescentei uma novidade, um acessório do qual raramente lançava mão e que agora me parece imprescindível: colarzão.


Quem me inspirou foi Costanza Pascolato, grande ícone de estilo (#FÃ):
Ela aparece frequentemente com peças da Camila Klein, e está sempre elegantérrima!

Portanto, seguindo o exemplo da grande Musa:

Detalhe da peça:

A designer de acessórios Camila Klein trabalha com pedras naturais, zircônia, cristais Swarovski, pérolas de água doce, couro de tilápia, etc., em peças que recebem banho de metal precioso, como ouro 18k, ródio ou prata. A loja do Shopping Morumbi é muito simpática e vale uma visita, com certeza!


E já que estamos falando de tangerina, não poderia deixar de incluir esta seleção da Revista Quem Acontece - SP - Ed. 21/10/2011 - Página 66:

Gostei de TUDO!

Se quiser ver maior e em detalhes, acesse este link: 1 - Quem deseja

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Bolsa nova! Hêêêêê!

E eis que a promessa de não comprar mais bolsas foi realmente deixada de lado pela ocasião do "mês de aniversário", que é como gosto de ver outubro.

Muita gente deprime nos aniversários, só pensando que está ficando mais velha, blá, blá, blá.
Eu acho que a oportunidade de comemorar o fato de ainda estar viva e em companhia das pessoas que você ama, suplanta em muito essa questão de idade! Por isso, festejo o mês todo: saio muito com minhas amigas queridas, com minha família e compro tudo que tenho vontade. Tipo dia das crianças para adultos, sabe como? Rsrs

E aí que isso nos leva à última aquisição no quesito bolsas, que foi a pequena e branquinha da Corello:





Muito fofa, né?

Ainda não sei como vou usá-la, mas vou tentar deixar a indisciplina de lado e fotografar quando isso acontecer. 
E vamos em frente porque outubro ainda está na metade!!!


terça-feira, 18 de outubro de 2011

"O verão já tem cor!" - Será mesmo?

Duas coisas hoje me chamaram a atenção nos sites de moda: o Chic informando que o verão será amarelo, e o post do Passaporte para a Beleza apostando na tendência star print.

Sobre o primeiro
Acho bem legal quando existe uma novidade na moda, algo diferente dos anos anteriores e que você pode adaptar para seu estilo. Dá uma renovada no astral vestir algo inédito, algo diferente do habitual.

Mas não fico confortável com declarações como essa, que uma cor será sinônimo de verão. O que representa dizer, trocando em miúdos, que todas as outras tonalidades estão out.

Já pensou TODO MUNDO de amarelo (ou roxo, verde, o que for)? Você sai na rua e todos estão uniformizados! Não dá para levar a sério essa declaração, não é?


E a foto da clutch amarela, acima, já contém também a ilustração do segundo assunto: estampa de estrelas.

As estrelas estão em foco há alguns meses, após aparecerem nas passarelas de marcas como Dolce & Gabbana, Versace e Chanel. E rapidamente viraram uniforme:

Por mais que tenha visto peças bonitas à venda, não arrisquei investir muito em nenhuma, pois acho que algo assim marcante e difundido demais, não melhora o guarda-roupa de ninguém...


Melhor seguir tendências mais amplas, como "color blocking", "tons cítricos", ou "florais", com as quais se pode criar muito e, com sorte, não encontrar ninguém na rua com produção igual.  :)

Fotos: fontes Chic e Passaporte

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Estilo próprio

Tive uma professora no colégio que tinha um estilo próprio extremamente definido: ela se vestia como uma mulher dos anos 40.
Vestidos escuros, bolsas pequenas e estruturadas, sapatos fechados com laços. Invariavelmente.

Nós achávamos, na ingenuidade da adolescência, que ela não tinha qualquer senso estético. Na verdade, ela tinha sim, e muito - só não estava coerente com o tempo em que estávamos vivendo. Daí, ela era mal interpretada.

O que prova que o dito "tenho estilo, não sigo a moda", não faz ninguém ser automaticamente elegante e bem aceito.

A moda, com suas guinadas e caprichos, acrescenta muito a como podemos nos mostrar aos outros. Dá tempero, dá oportunidade de integração. E fazer parte de um grupo, ter o sentido de "pertencer" é importantíssimo para nós, animais sociais que somos.

Portanto:
  • Você segue moda?  Bom! Você está antenada com seu tempo.
  • Você tem um estilo de base, que aponta o que você vai pegar da moda atual, o que vai deixar de lado?  Perfeito, esse é o ideal. (na minha humilde opinião, claro!)  ;)

sábado, 15 de outubro de 2011

Revistas Femininas

Minha irmã costuma dizer que revistas femininas emburrecem a mulher. Todas trazem artigos com títulos do tipo "O que fazer para ..." e tentam empurrar uma receita-de-bolo para resolver todos os problemas da vida, desde os sentimentais até os de trabalho e com filhos.

As revistas de Moda fogem um pouco desse padrão, mas às vezes derrapam nessa mesma conversa que pretende fazer você acreditar em uma coisa, quando o bom senso lhe diz outra.

Veja um texto, publicado neste mês, por uma Revista que é absoluta referência em Moda:
"[...] Para mim, raro mesmo é topar por aí com uma mulher elegante de verdade, do tipo que não faz muito esforço para ser bonita ou estar bem-vestida, que diz mais "não" que "sim" às novidades que a moda nos oferta a cada seis meses, que de tão low profile nem se faz notar para a maioria dos mortais [...]."

Ilustrando a matéria, em 5 fotos grandes, está a estilista de uma grife que tem loja nos Jardins (SP). Impecavelmente montada, usando joias, ora vestida em couro, ora com tecidos nobres, ostentando um relógio Cartier.
Ok. Até aí, "normal". Porém:
  • Onde está o não-esforço para parecer bonita e bem-vestida?
  • Low profile usando peças de grife e joias?
  • Dizendo não às novidades da moda? Como poderia, se tem uma grife própria que VIVE da alternância semestral da moda?

O ponto é:
Precisamos ler com crítica tudo que sai publicado nessas revistas. Porque senão passamos a acreditar que somente nós, pobres mortais, estamos correndo atrás do 'prejuízo', nos preocupando com o que está entrando e saindo de moda, com beleza e com tendências.
E que algumas escolhidas - mulheres do Olimpo, com certeza - estão se saindo maravilhosamente bem, sem esforço algum.

Na reportagem citada, o que as fotos 'falaram' desmentiu todo o texto escrito!
A super cool, alheia a tendências e com beleza natural só existe na mente do repórter.


Na verdade, o ideal seria realmente não ligar para nada disso, mas aí... cadê a graça da vida? ;-)

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Tangerina

E eis que atualmente a velha cor 'de laranja' se chama tangerina. Ok, é até mais simpático mesmo.
E, junto com o azul Klein, é a cor do verão que está se iniciando agora.


E a Michael Kors acima é super tangerina! Fiquei numa felicidade única quando a comprei, achando-a a coisa mais linda do mundo. 
E até hoje a bichinha só saiu do armário uma vez, e depois de quase três meses de comprada, pois eu olhava para ela e achava que não dava para sair na rua com tanta cor!  :)

Mas o fato é que, vencida a resistência inicial à estranheza de se usar uma bolsa ACESA, ela é ótima de carregar e compor um look mais esportivo. Mesmo com camisa, como na foto.

Bom, me comprometo a tirá-la do guarda-roupa mais vezes. Aliás, quando realmente ficar calor e os vestidos saírem do limbo, acho que ela vai arrasar.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Vermelho

Meninas, tenho essa bolsa vermelha há anos, nem sei mais quantos! Comprei em uma viagem, numa loja de nome impronunciável.
E ela é linda: couro ultra bom, impresso como croco, cor forte.

Não queria colocá-la aqui no blog com o camisão que usei nessa foto porque dias depois eu a combinei com uma camisa pink e ficou demais! Mas não tenho aquela foto, e a camisa está no tintureiro... vamos com essa mesmo!



E apesar da promessa de não comprar nada de bolsas, este mês é meu aniversário e estou realmente com vontade de me dar um belo presente! O que vocês acham dos dois modelos abaixo?

Uma é Corello (a branquinha pequena, pela qual meus olhos estão brilhando muito!) e a outra é Empório Naka (branco e preto, grande).
Dúvida..........
Dúvida boa essa, não é?  ;D

Moda é ou não é importante?

Existe uma parte minha que considera a moda uma coisa muito importante, pois é como nós nos mostramos ao mundo, como nos comunicamos não verbalmente. E as pessoas são muito visuais, em meio minuto já temos uma opinião formada sobre quem está à nossa frente - e o que se está vestindo e usando dita grande parte dessa percepção.

Por outro lado, em uma esfera maior, isso é apenas uma gota d`água: as grandes questões são realmente as ligadas ao planeta, à política e à economia dos povos.


No entanto, acho fundamental agirmos no que temos controle. E controle sobre o que se vai vestir para interagir com o mundo todos têm, com nova chance de acerto a cada dia.
Então, não é importante?