terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Desejos de final de ano

Já prepararam as listas de intenções para o ano novo? Essa é uma tradição desta época e diz muito sobre o quanto a esperança é, realmente, uma força vital do ser humano.


Ninguém parece se importar que a virada de ano seja somente uma data arbitrária em um calendário arbitrário, e que efetivamente NADA muda ao passarmos de 31/dez para 01/jan.
Além disso, é comum ouvir o desejo de que o próximo ano seja melhor que o que está acabando.

Quando se é estudante os anos são mais marcados devido à escola e pelas trocas de séries. Assim fica fácil enxergar o novo ano, ele realmente traz algo diferente para sua vida: novos professores, nova classe, outros amigos em potencial.

Mas depois que você se forma, os anos se emendam e os dias são absolutamente iguais, estejamos em dezembro ou em janeiro. Por isso não participo muito desse ritual das listas, não enxergo a troca de ano do calendário como algo que fará com que algo mude em minha vida.

Aliado a isso, descobri recentemente que a frase "Que todos os seus desejos se realizem", que tanto proferimos nesta época, nada mais é que uma antiga maldição cigana. Faz sentido! Já leram 'A pata do macaco', de W.W.Jacobs (1902)? Li na adolescência e esse conto me perseguiu por anos…

Citando o Dalai Lama:
Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã. Portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.

Queridas entas, desejo sabedoria e critério para todas vocês em 2014.

domingo, 29 de dezembro de 2013

Livro: Como ter uma vida normal sendo louca

Estou numa fase de livros leves e este foi um deles. Ainda bem que havia me informado sobre ele antes de ir comprá-lo, pois quando a livreira me direcionou para a estante de "Auto-ajuda" foi por pouco que não desisti da aquisição.


Veja só a 'resenha' da Saraiva para ele:
Em "Como ter uma vida normal sendo louca": a autoajuda definitiva para todas as mulheres, de todas as idades e em todas as situações, Camila Fremder e Jana Rosa presenteiam as leitoras com dicas sobre as mais diversas situações do dia a dia, desde como se livrar de pessoas chatas em aviões, parecer intelectual, mesmo sem ser, até como dizer a um amigo que ele fede. Além disso, ainda ensina como se comportar na festa do encontro da turma da escola depois de muitos anos passados da formatura. O livro é interessante da primeira à última página e apresenta uma visão muito bemhumorada de situações que poderiam constranger qualquer pessoa. O prefácio é de Gloria Kalil.

Gente, isso é resenha de quem não leu o livro, só "adivinhou" o que era pelo título!
O livro é engraçado ao máximo e as ditas 'sugestões' para resolver situações do cotidiano são, no mínimo, hilárias. As autoras foram muito felizes em pegar exemplos que ocorrem com todo mundo (como disfarçar que está gorda ou como escapar de um convite indesejado) e a partir daí criar soluções completamente caricatas para esses ditos problemas.

Se houvesse uma seção de "Comédia" nas prateleiras das livrarias, seria aí que o livro deveria ser colocado. Não é auto-ajuda -- é algo muito superior a isso! É divertimento a toda prova. Leia!

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Livro: [manual prático de bons modos em livrarias]

Esse título enorme pertence a um livrinho pequeno muito bem diagramado e com lindas ilustrações aquareladas. Escrito por Lilian Dorea sob a alcunha de "Hillé Puonto", nome que ela já usa em seu site [manual prático de bons modos em livrarias], excelente blog que conta episódios cômicos ocorridos em livrarias.


Como grande apreciadora do blog fiquei com receio que o livro repetisse muito as histórias que já estão contadas online e é com alívio que digo que isso não ocorre.

Em sua Parte I ela dita as regras que devem ser observadas ao visitar uma livraria. Na Parte II conta os "Causos e delírios livrescos".  -- Aqui preciso fazer uma pausa: estava lendo de madrugada, na sala, e quando cheguei a este ponto as histórias são TÃO HILÁRIAS que me peguei gargalhando sem conseguir parar, apesar o medo de acordar a casa toda E os vizinhos!
Depois dessa parte incrível segue a III - Freguesia; IV - Curiosidades livrescas; e V - Serviço.

Li em uma noite e valeu muito! Engraçadíssimo, espirituoso, leve e instrutivo!
Nunca mais irei à Livraria sem o nome completo do volume que quero comprar.  ;D

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Livro: O inverno da nossa desconexão

Amei esse livro! A autora, Susan Maushart, passou exatos seis meses com sua casa totalmente desconectada de qualquer tela e aparelho eletrônico. Com três filhos adolescentes também participando (meio à contragosto) do que ela chama de "O Experimento", você pode imaginar o quanto de material ela reuniu para ser contado.


Além de narrar em forma de diário como foi O Experimento em sua casa, ela incluiu extensa pesquisa e citou estudos e livros com as mais diversas opiniões sobre mídia e adolescentes. Há muito material para quem quiser se aprofundar no tema.

O livro me fez parar e pensar o quanto perdemos tempo em mídias sociais. No meu caso, Twitter (digo essa porque não curto Facebook, MySpace, etc.). É raro, porém às vezes fico horas lendo os  tweets dos últimos dois dias, por exemplo, passando os olhos sobre coisas que, em 95% das vezes, não me interessa o click, só para depois pinçar aqui e ali alguns poucos itens vagamente intrigantes.
E depois me dei conta dos blogs, onde acontece uma coisa pior: enquanto não abro diariamente todos que acompanho, parece que minha "lição de casa" não está cumprida. Que loucura!!!

Considero uma sorte ter recuperado minha habilidade de leitura de livros: tanto o prazer dessa leitura quanto a fluência, algo que nos escapa quando estamos tão habituados às mensagens rápidas e às trocas instantâneas de assuntos. Com o predomínio dos pequenos textos e muitas imagens versus livro físico, massudo e com muito texto que se mantém sempre no mesmo assunto, fica realmente parecendo que, atualmente, a leitura de livros é algo não mais possível de ser feito com prazer. Ledo engano! Continua uma delícia, um oásis na loucura da cidade, da correria, do trabalho.

Desconexão
Acredito que não conseguiria passar seis meses desconectada (seis dias, talvez?), porém não dá para ignorar que o micro ligado à internet nos toma um tempo enorme do dia, tempo esse que é, muitas vezes, completamente improdutivo. A partir da leitura "Do inverno…" vou mudar meus hábitos, com certeza!

E no final você vai se espantar de como cada um reagiu de formas diferentes e incríveis a esse tempo sem TV, internet, computador, vídeo-game, ipod, celular e fone sem fio em casa.
#valeapena

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Básicos não tão básicos II

Após o workshop com a Ana Soares (veja aqui), reparei que estou olhando as fotos de moda com outros olhos. Antes acho que só olhava as peças meio que isoladamente, pensando no que eu achava bonito o suficiente para procurar para mim ou para deixar na wish list.

Agora estou focando nas boas ideias de conjuntos, como abaixo:
[Fotos do catálogo virtual da Le Lis Blanc]


Aqui, a peça central é uma camiseta estampada com fundo cinza. Nada de mais, não é? Mas vejam como ficou LINDA com os colares e os sapatos prateados brilhantes. 
E é o tipo de conjunto que qualquer uma de nós pode fazer em casa, pois todo mundo tem camiseta básica, maxicolares e pelo menos algum sapato com brilho.


Esta é mais simples ainda: camisa branca com calça comprida. O charme? Está nas mangas dobradas da camisa, no bracelete, nos colares compridos para alongar o tronco e no discreto contraste de estampas entre a calça e a sapatilha.

Ou seja:
a) tenha sempre sapatos com interessância, isso salva os looks; e
b) como é impossível termos todas as roupas lindas que aparecem em todos os catálogos, podemos ao menos pegar as excelentes ideias que eles tão fartamente distribuem.

Certeza que a Ana aprova!  :)

sábado, 21 de dezembro de 2013

Livro: Crônicas da Surdez

Vi a indicação desse livro e imediatamente fui comprá-lo. Meu pai está apresentando dificuldade de audição e achei o assunto particularmente apropriado para o momento que estamos vivendo.
Valeu a pena!!! O livro é objetivo, claro, muito bem escrito e conta a história real da autora, Paula Pfeifer, diagnosticada com deficiência auditiva progressiva na adolescência.


Hoje com 31 anos, Paula é funcionária pública, lida com atendimento a público fazendo leitura labial e vê no aparelho auditivo um grande aliado.
Além de sua própria história de vida, há depoimentos de outras pessoas com o mesmo problema e mostrando como lidam com ele, e várias crônicas que se originaram em seu blog, o homônimo Crônicas da Surdez.

O livro é pequeno, curtinho (cerca de 150 páginas), fácil de ler, daquela forma gostosa na qual você inicia e não quer parar por nada. Fora o quanto é linda essa ilustração da capa!

Gostei demais, recomendo, e vou passar para os meus pais lerem também: tenho certeza que será muitíssimo útil e bem vindo.
À Paula ficam meus parabéns por expor sua história de forma tão simpática, ajudando a tanta gente que se sente assustada e perdida ao descobrir falha na audição.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Sobre Dezembro...

Logo no dia 02 vi um post do Glamour de Garagem falando da alegria de ter chegado dezembro (veja aqui). Bom, minha alegria é 'tanta' que somente hoje voltei a procurar o texto e efetivamente lê-lo, pensando se teria algo a aproveitar que mudasse minha opinião -- acho este um mês corrido, cheio de compromissos, pouco tempo, trânsito infernal, reencontros familiares forçados, etc., etc.

Para a blogueira do Glamour, dezembro marca renovação, relax, aproveitamento de cada dia, além de ser hora de usar muito branco e cores vivas, acompanhar e assistir aos indicados ao Globo de Ouro e Oscar, e de usar mais cores na maquiagem.

Achei este calendário da FARM lindíssimo e bem adequado para ilustrar o espírito do post citado!

Gostaria de ser assim, juro! Esquecer o mal humor dos atendentes estafados, as filas para estacionar, as compras de última hora, os preparativos na cozinha para as festas, e por aí vai.
Viu a tirinha do hilário site Mulher de 30?

Hahahahahaaaaa!

Mas nem tudo está perdido! Eu gosto da oportunidade de escolher presentes, passar tardes vendo lojas e vitrines, pensando no que mais agradará as pessoas que eu amo. Gosto de ver a cidade toda enfeitada, luzes nos prédios e nas ruas, fica um clima de festa realmente ótimo.
[*Sabem que passei um natal em Buenos Aires e lá eles não enfeitam rua? Dentro do shopping havia uma árvore enorme, mas fora nem se percebia que era época de festas. Diferente! Senti falta das cores daqui...]

Por outro lado, não gosto de distribuir votos de feliz natal e detesto ter que fazer visitas a pessoas que passaram o ano inteiro afastadas e que, nesta data, sentimos a "obrigação" de ver.

Sei lá, dezembro é um mês tão controverso!
E, pensado bem, acho que o correto é realmente se focar na parte boa para não azedar o humor, portanto:
'Bora aproveitar o calor, usar estampas, ler e assistir filmes nos minutos vagos, pensar que teremos feriados à frente e que isso já é motivo de comemoração.  ;)

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Livro: Deixe a neve cair

Comprei esse livro porque li o primeiro capítulo disponível na internet e fiquei curiosa sobre o que haveria de acontecer com um enredo que começou de forma tão incomum. Sabia que seria um livro bem chick lit (a tal "literatura de meninas"), mas arrisquei assim mesmo.


O autor mais destacado na capa é John Green e mesmo na Livraria o atendente identificou o volume como "o último do John Green". No entanto, a melhor estória é, de longe, a de Maureen Johnson. "O Expresso Jubileu" é justamente a primeira das três, que li um trecho e que me levou a comprar o livro.

São três autores, três estórias diferentes, porém personagens e locais se entrelaçam e se repetem aqui e ali. A ideia é bem legal. O problema é que as estórias "O Milagre da Torcida de Natal" e "O Santo Padroeiro dos Porcos" não acompanham a primeira, que é a mais interessante e surpreendente.

De qualquer forma, se quiser um conto de natal que seja diferente de tudo o mais, e não se importar em ler literatura adolescente, dá uma boa distraída em uma tarde tranquila.
Como todas versam sobre primeiro amor e o equilíbrio instável dessa época, com certeza várias lembranças vão alcançar o leitor. Já valeu por isso.  :)

sábado, 7 de dezembro de 2013

Sapatilha de aranha!

Vou mostrar para vocês minha escolha entre as sapatilhas Tatiana Loureiro com aplicação de aranha desta última coleção.
A primeira vez que vi foi numa revista: o sapato era todo preto e a aranha era dourada com pedra preta. Fiquei apaixonada! No entanto, quando realmente chegou às lojas, a sapatilha preta só veio com a aplicação em prateado escuro, que não realçava o detalhe.

Vejam as três versões feitas:


Viu como na preta não aparece bem a aplicação? Acho que já que é para ter algo tão diferente quanto uma aranhona no seu sapato, que ela apareça realmente!

A segunda é marrom com pedra rosa. É bonita mas eu não gosto de rosa, não tenho nada que combine com essa cor.

E a última, amarelo limão com aranha verde, é a mais chamativa das três e… minha escolha.


Parece incrível, mas ela é super usável com jeans black ou azul e camiseta branca, ou de qualquer dos tons presentes no sapato. Tenho duas camisas estampadas que se deram super bem com ela, e já usei-a várias vezes neste último mês.

Esta foto é a mais fiel à cor real da sapatilha.
Acho linda!!!

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Consumir; não consumir; consumir bem

Ando entediada com compras, descobri que as coisas são mais bonitas e mais interessantes nas vitrines do que no meu guarda-roupa. Tenho uma série de peças ainda com a etiqueta original, nem tirei antes de guardar, tamanho o desinteresse.

Então, - você pergunta - por quê comprou???

Sem entrar em terapia quanto a isso, sinto que o bombardeio diário de coleções especiais, looks do dia, dicas para o Natal, etc., fazem com que você sinta que quer mais coisas, muito mais do que efetivamente precisa.

Quem não fica com uma pontinha de desejo ao ver as fotos lindas das revistas, dos blogs e dos catálogos? É bem difícil passar incólume…

Fotos: catálogo Anthropologie


Pois ontem olhei vários sites de não-compra, abaixo listados, e encontrei ideias interessantes. Propostas de ficar um ano sem comprar, de ter um valor fixo para gastos extras no mês, meta de poupar 10% do que ganha, e por aí vai.
Não encaro nenhuma delas, pelo menos por enquanto. Porém, não custa fazer um exercício de moderação e de controle de impulsos, não é? Ou seja: pensar, pensar MUITO antes de comprar qualquer nova peça.
Uma proposta de consumir bem, ao invés de não consumir nada.


Vou começar essa nova fase com outra arrumação de guarda-roupa, com experimentação de tudo.
Não adianta, você olha a blusa e acha linda na mão, esquece que existe um motivo para ela estar adormecida no armário: porque não veste bem. Podem ser inúmeras as coisas que conspiram contra aquela peça de roupa: está apertada, está larga, as mangas são muito curtas/compridas, a barra está torta, etc., etc. Por isso é realmente necessário tirar um dia para experimentar tudo, em frente a um espelho bem iluminado e com senso crítico em dia.
Assim que esse calor senegalês melhorar aqui em SP (35°C hoje!), vou atacar o armário!  ;)


Também quer inspiração para diminuir o consumo? Clique abaixo:
Uma Vida Mais Simples
Buscando uma vida não-consumista
A ex-consumista
Minimalizo
Nada de Compras
Blog da Talita

domingo, 1 de dezembro de 2013

Workshop "Hoje eu vou assim OFF"

Como havia descrito aqui, fui ontem ao workshop da Ana Soares, com os temas:
- Básicos não tão básicos; e
- Comprei e nunca usei.



O pessoal de SP é mesmo muito animado pois, diferentemente do que tem ocorrido no RJ, as vagas daqui foram todas ocupadas.
A Ana é super simpática e mais bonita ao vivo do que nas fotos do seu blog.

O encontro foi informal, com a Ana inicialmente sentada ao lado da tela onde projetava os tópicos e depois discorrendo sobre cada um, respondendo a perguntas, dando exemplos.


Ela falou muito sobre os motivos pelos quais vamos às compras (ex.: "estou triste"; "eu mereço", etc.), as compras por impulso (influência de revista, de amigas, liquidações, etc.) e o quanto tudo isso está errado. Devemos ter no guarda-roupa somente peças que AMAMOS!

E na parte dos Básicos, demonstrou como uma simples calça de alfaiataria e uma camisa branca podem sair da mesmice ao se agregar um colarzão e uma sapatilha com textura (usou como exemplo a forma como estava vestida).
Ao tirar o colar, desdobrar as mangas da camisa até os punhos e tirar a barra da mesma de dentro da calça, seu look ficou totalmente sem graça! Ao recolocar o acessório e modelar a blusa, lá estava um visual com interessância, bem fashion e bonito.



Infelizmente as fotos não ficaram boas, visto a Ana estar sempre se movimentando, a luz do projetor atrapalhar bastante e ter sempre alguém ao lado dela!   ;D

De qualquer forma, o importante é dizer que o workshop foi bem gostoso, divertido, com a participação de todas que estavam lá e a reciclagem de conhecimentos essenciais para fazermos melhor escolhas para nosso armário e para nosso visual do dia-a-dia.

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No intervalo houve uma degustação oferecida pelo Starbucks, de café e panetone recheado de doce de leite ou de chocolate, e foi uma delícia!


A barista fez o café ali na hora para nós, usando uma prensa francesa e o café Christmas Blend. Depois ensinou como degustar o café (tem que ser sem açúcar, tentando definir quais os sabores e notas do grão usado -- algo parecido com a degustação de vinho).

Vou lhes contar uma coisa: esse Christmas Blend é maravilhoso! Com notas de especiarias (a barista que falou, hehe) e totalmente sem acidez (isso eu comprovei, fica nítido ao se provar o café).
Ao sair do curso não resisti a trazer uma prensa(*), esse grão e o panetone deles para casa!!!

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Foi uma manhã que passou voando! Fiquei feliz com o workshop, por ter conhecido a Ana Soares e tantas mulheres interessadas em moda de tantas profissões diferentes. Acredita que tinha mais uma Farmacêutica na turma? Mas de enta mesmo só tinha eu… O que não foi problema, visto que os assuntos servem a toda e qualquer faixa etária -- a gente está sempre querendo se vestir melhor, comprar melhor, ter um guarda-roupa organizado.
Acho que isso não muda e vou ter interesse por isso até meus 90 anos!  :)

PS: clique aqui para ler o que a Ana escreveu sobre o workshop no seu blog.


(*) Atualização.
Gente, essa prensa foi um fiasco aqui em casa. Nunca conseguimos fazer um café que desse para tomar. Sempre ficou fraco como água de batata, mesmo seguindo à risca as quantidades especificadas, mesmo usando maiores quantidades de pó, água mais quente, menos água, mais tempo, etc.
Sinceramente, não sei como a barista conseguiu tirar um café tão maravilhoso nesse método, pois aqui já desistimos: a prensa não tem arrumação.